Woody sobre vir para a América do Sul: 'eu mataria para ir'


No início de dezembro, o site Time Out KL publicou uma entrevista feita com Woody. No bate-papo, o baterista falou sobre Bad Blood, o próximo álbum, influencias musicais e ainda revelou que vir para a América do Sul está nos planos da banda para 2014.

O que você estava fazendo antes de entrar no Bastille?
Eu estava fazendo qualquer coisa para evitar um emprego de verdade [risos]. Eu estava ensinando bateria e tocando em bandas cover, mas ainda trabalhando na música.

Quando você percebeu que Bastille havia se tornado um trabalho de tempo integral? 
Depois de assinarmos nosso contrato com a Virgin. É literalmente o melhor emprego do mundo, então eu não estou reclamando.

Como é trabalhar com o Dan?
Dan será o primeiro a admitir que ele é o maior controlador que existe. Como um grupo, nós meio que completamos um ao outro e realmente chegamos lá. Obviamente, quando você passa muito tempo com alguém, isso pode se tornar irritável aqui e ali. Mas nós somos como irmãos - é uma família estranha que temos.

Mas Bastille começou como um projeto solo de Dan? 
Meio que começou como algumas canções no quarto do Dan, mas isso está sempre evoluindo. É uma banda agora.

Se você pudesse fazer tudo de novo, que nome você daria à banda?
Qualquer um em uma banda iria dizer que a escolha de um nome é a coisa mais difícil do mundo. Acho que Bad Blood, porém eu teria que escrever um álbum diferente.

Por que você acha que tantas pessoas reagiram de forma tão positiva para "Bad Blood"?
Eu não sei. Eu estou tão envolvido [no projeto] que é difícil de ser completamente objetivo. Eu acho que Dan escreve canções de boa qualidade que são bastante honestas também. Trabalhamos por dois ou três anos em turnê e construindo a base de fãs; então algumas músicas meio que explodiram na internet, por isso, é uma combinação de coisas.

Alcançar o número um era o objetivo de vocês?
Oh deus, não! Se 'Bad Blood' tivesse parado no top 20, nós teríamos ficado absolutamente em êxtase. Quero dizer, o álbum ultrapassou qualquer uma de nossas expectativas. Estamos apenas gostando muito e vendo o quão longe ele vai.

O recente sucesso da banda levantou suas próprias expectativas do que Bastille pode alcançar?
Na minha cabeça, eu tenho meus próprios objetivos pessoais que eu gostaria de alcançar. Eu continuo trabalhando duro, o quanto eu posso, e tentando não ficar muito à frente de mim. Se pudermos continuar fazendo isso por mais dez anos, então seria um sucesso.

Quais são seus objetivos pessoais?
Eu não quero dizer. Desculpe.

Ok. Quais são os objetivos da banda no ano que vem, então?
No momento, tudo está indo bem, especialmente na América. Nós gostaríamos de ir a lugares que não tivemos a oportunidade de tocar; obviamente, a Ásia seria uma coisa ótima para nós. América do Sul também - eu mataria para ir. Nós já começamos a trabalhar no nosso segundo álbum agora, então estamos tentando terminá-lo.

As novas músicas são parecidas com as do 'Bad Blood'?
A principal diferença de estilo é que o novo álbum terá guitarra, o que não tem no primeiro álbum. Estamos tentando impulsionar isso um pouco mais para evitar algo como um 'Bad Blood 2'.

Seu single 'Pompeii' se refere a uma história, enquanto 'Laura Palmer' se refere a série Twin Peaks. Que outros temas você gostaria de explorar no futuro?
Tentamos fazer músicas que gostamos e queremos ouvir. Essa é a única preocupação real que temos.

Quais são algumas das influências musicais da banda?
Bem, os quatro de nós têm gostos musicais completamente diferentes. Eu gosto de coisas mais rock como Queens of the Stone Age; Kyle gosta produtores eletrônicos como Rusty, Will gosta de blues e jazz, Dan gosta de coisas melódicas como Simon e Garfunkel e Vampire Weekend. Estranhamente, o álbum que todos podemos concordar é '2001' do Dr. Dre.

Você acha que os diversos gostos musicais do grupo contribuíram para o sucesso do Bastille?
Eu acho que sim. Eu acho que há um perigo de pensar muito nisso, mas é provavelmente saudável para ter uma influência extensa. Caso contrário, você será classificado em uma área particular.

O mixtape 'Other People’s Heartache' foi uma combinação de todas as suas influências musicais, com hinos da pista de dança misturados com velhos clássicos. Se você pudesse fazer outro mashup, o que seria?
Eu estava conversando sobre isso com um amigo no outro dia. Eu tive uma boa idéia na época, mas eu não me lembro agora. O áudio de fundo de 'No Diggity' do Blackstreet com... Sinto muito [Pausa]. Deu um branco.
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