"Terminamos 17 músicas até agora", diz Will Farquarson sobre o próximo álbum do Bastille

Will Farquarson foi entrevistado por um jornal escolar dos Estados Unidos e o bate-papo foi publicado na edição de 14 de Maio. Um estudante da instituição, que também é fã do Bastille, tirou fotos e postou em seu tumblr (veja aqui).

Como você entrou para o Bastille? 
Eu conheci Dan. Nós tínhamos um amigo em comum e ele estava se apresentando como artista solo. Ele estava à procura de um baixista, mas ele também queria alguém que pudesse tocar guitarra, piano e cantar. Eu poderia tocar um pouco de guitarra, eu nunca toquei piano antes e eu nunca cantei, mas eu menti e disse que eu podia tocar os três. Um dia depois eu meio que fui para um teste e ele disse "você vai tocar algumas músicas no piano." Então eu saí e comprei um piano, e um mês depois eu tinha que fazer um show. Com certeza, ele (Dan) sabe que eu menti agora.

Vocês estão trabalhando em seu segundo álbum agora. Como vai ser?
Bom, nós terminamos 17 músicas até agora. Está bastante difícil logisticamente porque nós estamos muito ocupados, por isso estamos trazendo o nosso produtor Mark. Eu gosto do novo material. Como uma banda, é muito emocionante fazer músicas novas. Na primeira vez não havia guitarra, então eu fui atrevido para colocar mais guitarra. Está muito diferente, mas a voz e composições de Dan interlaçam tudo, então ainda é muito Bastille.

Qual é o seu artista favorito para fazer cover? 
Eu amo fazer cover de qualquer coisa da Rihanna. Todos acham que eu estou brincando, mas toda música que ela lança é um um grande hit e ela tem feito isso por 10 anos.

Vocês estão muito relaxados. Tem algum ritual pré-show que vocês fazem?
Atualmente nós fazemos quecimento vocal. Tivemos umas três aulas com um treinador vocal que foram úteis.

Tem algo que você gostaria de poder trazer com você em turnê, mas que você não está autorizado?
Eu quero trazer um violoncelo - eu toco violoncelo - mas é difícil de voar com um violoncelo através do Atlântico. Eu ainda penso em comprar um, mas não há ninguém para tocar isso na frente sem irritar todo mundo. Então, talvez, se nós ficarmos maiores, eu poderia ter um violoncelo e uma sala para tocá-lo lá dentro.

Vocês têm feito turnê em todo o mundo. O que é diferente em se apresentar aqui nos Estados Unidos? 
É maior, você tem que dirigir bem mais. Em termos de pessoas, a audiência parece ser mais amigável. Conhecemos muita gente depois dos shows; eles parecem mais envolvidos com a banda toda.

Quando você saiu, hoje, havia uma fila de fãs. Você já sentiu a mesma sensação por alguém quando era mais jovem?
Red Hot Chili Peppers. Tudo que eu sempre quis foi conhecer Flea. Eu nunca conheci, mas talvez eu conheça algum dia.

Qual é sua parte favorita ao se apresentar?
Às vezes eu acho que isso e um privilégio e eu não penso em nenhuma parte disso, eu penso na coisa toda. Todos os dias eu não acredito que eu comecei a fazer isso por trabalho. Subir no palco todas as noites e tocar e esse é meu trabalho, é tolo. Não é um trabalho, é?

Quais são seus planos para o futuro?
Acho que fazer mais álbuns, continuar em turnê. Acho que nós só queremos continuar fazendo isso o máximo que pudermos.

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