Kyle Simmons sobre sucesso do Bastille: "Temos trabalhado duro durante anos"


Durante a estreia da banda em Portugal no festival NOS Alive, Kyle Simmons e Chris 'Woody' foram entrevistados pelo site cotonete.iol.pt, e falaram sobre sua infância, gostos musicais, gastronomia portuguesa e mais.

Quando vieram para o NOS Alive, foi a sua primeira vez em Portugal?

Woody: Como banda foi, mas eu passei férias aqui quando tinha 12 anos, no Algarve. Foi muito legal.

Kyle: Sabe o que mais? Eu acho que fiz exatamente a mesma coisa e com a mesma idade. Vim com a família para o Algarve.

Vocês lembram da comida portuguesa?

Woody: Eu lembro que adorei o frango piri-piri na última vez que estive em Portugal.

Kyle: Eu não me lembro muito bem dessa viagem. Já foi há muito tempo e desde então queimei bastante o cérebro. Mas desta vez nós comemos um belo omelete, que é uma coisa bastante portuguesa.

Woody: Isso não tem nada a ver com comida, mas por acaso, até acho que Portugal e a Inglaterra são espíritos irmãos, porque as nossas seleções foram uma bela porcaria no Mundial. Temos isso em comum.

Qual é a história por trás de 'Pompeii'?

Kyle: É uma conversa ao longo dos séculos entre duas pessoas que morreram com a erupção do Vesúvio, sobre as suas vidas e o que aconteceu. Pompeia era a Cidade do Pecado. Eles estão olhando para trás e refletindo sobre o que valeu a pena e o que correu menos bem. Neste caso, o vulcão.

Qual é a sua Cidade do Pecado?

Woody: A minha terra natal, Plymouth. Porque cada vez que vou a casa, me comporto muito mal.

Kyle: A minha é Londres, pela mesma razão. Cada vez que voltamos, ainda por cima depois de tanto tempo sem ver a família e os amigos, entramos em modo festa.

Vocês foram nomeados a quatro Brit Awards este ano, mas no ano passado, apesar de nomeados, apenas um de vocês, o Dan Smith, foi convidado para a cerimônia. O percurso até serem reconhecidos foi tão rápido como parece?

Kyle: Percebo que possa parecer para quem está de fora. Já andamos há cinco anos na estrada, por isso temos trabalhado muito. Para nós, parece ter acontecido de forma gradual. Talvez o público pensa 'essa banda lança essa música assim, do nada'. Mas não foi do nada. Temos feito turnês e trabalhado duro durante anos. Mas é bacana. É bom que pareça assim.

Que música vocês gostam de ouvir?

Woody: Cada um de nós tem um gosto muito diferente na música. Eu gosto de rock. Queens of the Stone Age ou uma banda nova fantástica chamada World Blood. O Kyle gosta mais de produtores de música electrônica. Rusty, Flume, por aí. O Will [Farquarson, baixista] é mais virado para o jazz e o blues. E o Dan [vocalista] ouve desde hip-hop até compositores como Elton John, Simon Garfunkel até aos Vampire Weekend. É bastante variada a lista.

Qual a sua primeira memória musical?

Woody: O meu pai era cantor e guitarrista, por isso deve ter sido vê-lo tocar. E depois, sentar na bateria e brincar. Porque não sabia tocar bateria. Ainda não sei.

Kyle: Eu lembro de ter uns três ou quatro anos e de puxar as cordas de um ukelele. Era amarelo e tinha manchas azuis. É estranho que eu lembre disso.
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