Dan Smith em entrevista para a Vogue: "Somos sempre gratos por estarmos onde estamos"


Nesta semana, a Vogue britânica divulgou uma entrevista com Dan Smith feita recentemente. Confira o bate-papo traduzido abaixo:


Qual foi a sua parte favorita ao fazer este álbum?

Eu amei o processo de trabalhar em todo o álbum no início do ano (2016). Nós escrevemos e gravamos músicas enquanto estávamos em turnê pelo mundo ao longo dos últimos anos, o que por si só já era muito divertido, mas eu adorei passar algum tempo em Londres no estúdio do nosso amigo. O estúdio fica no sul de Londres, muito perto de onde todos nós vivemos, então nós apenas andávamos um pouco todos os dias e trabalhávamos em uma música. Queríamos que o álbum fosse como uma mixtape ou trilha sonora de um filme, então isso nos permitiu tentar várias coisas diferentes, e então procurar citações de filmes e documentários para colocar tudo nele.


O que seus fãs talvez não saibam sobre você?

Todos nós somos grandes fãs do programa de televisão Naked And Afraid. Começamos a assistir no ônibus da turnê por acidente e acabamos completamente obcecados.


Qual é o seu lugar favorito para se apresentar?

Acabamos de fazer uma turnê em pequenos clubes nos EUA e no Reino Unido, tocando o novo álbum do início ao fim. Isso nos lembrou como é incrível tocar em locais pequenos, onde você pode ver todos os rostos e ficar preso na multidão. Eu amei voltar para o Troubadour em Los Angeles, o primeiro lugar que tocamos nos EUA, e nos divertimos muito. Fomos sortudos o suficiente para tocar no Red Rocks também.


Se você pudesse criar seu próprio festival, quem você colocaria no line-up?

Essa é uma pergunta muito difícil. Eu uniria os The Fugees, ressuscitaria metade dos Beatles e depois os uniria também. Tentaríamos ressuscitar Bowie, Prince e Hendrix. Eu também contrataria Bon Iver, James Blake, Kanye, Frank Ocean, Sigur Ros, Christine and the Queens, Rationale. Yeasayer, Vampire Weekend... Seria bom também ter comédia.


De quem você admira o estilo?

Eu amo o estilo de David Lynch. Alguém uma vez pensou que eu era seu filho, então eu devo ter feito um ótimo trabalho em imitá-lo.


A música que você está fazendo influencia no seu estilo?

Eu costumo usar muita roupa preta, e eu acho que isso vem de querer ser o mais neutro possível. Nós usamos várias imagens no palco, então eu meio que espero que as pessoas estejam assistindo elas e não olhando para mim. Eu adoro usar Converse ou Vans e jaquetas. Eu também uso muitas blusas de filmes e bandas. Meus amigos dizem que eu pareço um personagem de desenho animado, porque estou sempre usando a mesma coisa.


Como seria seu encontro dos sonhos?

Algo calmo com boa comida. Uma vez, fui para um encontro com uma menina que dirigia e, por isso, não podia beber. Eu estava muito nervoso, então eu bebi um pouco - isso não terminou bem. Como eu amo filmes, acho que encontros no cinema podem ser estranhos porque vocês, basicamente, sentam um no lado do outro em silêncio por horas.


Você ainda é fã de alguma celebridade?

Conhecemos Leonardo DiCaprio quando tocamos no Saturday Night Live e isso foi bem surreal. Exceto nos bastidores do SNL, onde ele tinha segurança particular para evitar que as pessoas menos famosas o incomodassem. Eu pareço ser fã toda vez que encontro alguém que eu já ouvi falar. Provavelmente é melhor que eu não encontre meus ídolos nunca.


Qual foi a coisa mais louca que aconteceu quando você estava em turnê?

Nós nos sentimos muito sortudos por termos tantas experiências loucas em todo o mundo, por isso é difícil escolher. Nós amamos sair e fazer coisas aventureiras. Vamos conhecer o set de Game of Thrones, o que vai ser louco. Nós também fomos convidados para uma excursão privada na NASA em Houston, que foi incrível.


Com quem você gostaria de fazer parceria numa música do Bastille? 

Regina Spektor seria fantástico. Eu acho que ela é uma compositora incrível, e sua voz é maravilhosa.


O que você ainda quer alcançar com o Bastille?

Gostaríamos de continuar produzindo música, e se pudermos continuar tocando ao vivo o maior tempo possível, seria ótimo. Somos sempre gratos por estarmos onde estamos agora, mas sempre procuramos expandir ainda mais e, claro, continuar a escrever mais músicas.



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